Brasil tem 291 casos de covid-19, aponta Ministério da Saúde

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Brasil tem 291 casos de covid-19, aponta Ministério da Saúde

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O número de casos suspeitos aumentou em quase quatro vezes e atingiu a marca de 8.819| Foto: Reprodução

O número de casos do covid-19, doença causada pelo novo coronavírus no Brasil, subiu para 290, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira, 17. Além disso, a pasta também informou que o número de casos suspeitos aumentou em quase quatro vezes e atingiu a marca de 8.819, na segunda, 16, o número de casos investigados era 2.064.

“A diferença dos casos suspeitos é porque existia em vários estados e que não estavam sendo validados muito provavelmente a checagem manual. Afirmamos que era melhor utilizar o sistema automatizado. Mas é mais importante mostrar aumento de notificação do que ficar só nos 2 mil casos”, afirmou Júlio Croda, da equipe do Ministério da Saúde, em entrevista coletiva concedida sobre o balanço do dia.

São Paulo segue liderando, com 164 casos. O estado vem seguido do Rio de Janeiro (33), Distrito Federal (22), Pernambuco (16) e Rio Grande do Sul (10). Também possuem casos Santa Catarina e Minas Gerais (sete), Goiás e Paraná (seis), Ceará (cinco), Sergipe e Mato Grosso do Sul (quatro), Bahia (quatorze) e Amazonas, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo (um). Dos casos confirmados no Brasil, 166 são importados (57%), 92 de transmissão local (32%) e 35 de transmissão comunitária (12%).

Primeira morte

Foi confirmada nesta terça, 17, a primeira morte no Brasil em decorrência do covid-19. Um homem, de 62 anos, morador de São Paulo, que também tinha comorbidades como diabetes e hipertensão. Ele deu entrada em um hospital privado, não identificado, no sábado, 14, e faleceu na segunda, 16. Os primeiros sintomas se manifestaram no dia 10 de março. O paciente não tinha histórico de viagem.

Em entrevista coletiva concedida nesta terça, 17, o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, comentou sobre o primeiro óbito registrado no país. “Eu achava que teríamos antes. Não temos ainda a condição da letalidade, mas é interessante essa impressão do primeiro óbito (diante do atual número de casos)”, falou o ministro.

A TARDE e Agência Brasil| Foto: Reprodução